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VÍDEO – Proprietária de ponto de milho se manifesta após agressão a turista em Balneário Camboriú

Ela afirma que cliente ficou agressivo após questionar cobrança e diz ter sido ferida

A proprietária do ponto de milho envolvido em uma confusão com um turista argentino, que terminou em agressões na Praia Central de Balneário Camboriú, se manifestou sobre o caso e contestou a versão inicial divulgada nas redes sociais.

O episódio ocorreu na manhã de quarta-feira, 31 de dezembro, e motivou a abertura de um processo administrativo pela prefeitura.

Em nota divulgada anteriormente, o município informou que notificou o Ponto de Milho 69 após a divulgação de imagens que mostram agressões.

A administração municipal deu prazo de 48 horas para apresentação de defesa e destacou que a apuração pode resultar na revogação da permissão de uso do espaço público, caso sejam confirmadas irregularidades.

O que diz a proprietária


Na manifestação, a proprietária Dirlei Tenutti Calo afirmou que o turista comprou dois milhos no valor de R$ 30, sendo R$ 15 cada espiga. Segundo ela, o homem deixou o local e retornou mais tarde de forma exaltada, alegando ter sido cobrado em R$ 150.

“Um milho aqui é R$ 15 na espiga e R$ 20 no pratinho. Ele comprou dois milhos por R$ 30. Depois voltou totalmente agressivo, dizendo que eu tinha cobrado R$ 150”.

Dirlei também afirmou que o comprovante bancário apresentado pelo turista não correspondia à compra feita no local. “O extrato que ele mostrou era de uma pessoa chamada Marli. Meu nome é outro, e ele não tinha feito esse pagamento no meu ponto”.

Ainda conforme a proprietária, a situação se agravou quando o turista passou a ofender verbalmente sua filha e, em seguida, ficou violento.

“Ele começou a agredir minha filha com palavras. Quando tentei falar com ele, jogou cadeiras no chão e acabou me atingindo no braço e na cabeça”.

A comerciante disse ter registrado boletim de ocorrência por calúnia e difamação e afirmou estar insatisfeita com a condução do caso por parte do poder público.

“Eles não ouviram o meu lado e já mandaram interditar o ponto. Achei muito injusto. Trabalho aqui há 12 anos e nunca aconteceu nada parecido”.

Dirlei ressaltou ainda que o ponto de milho e churros é a principal fonte de renda da família. “A única coisa que eu não quero é perder o meu comércio, que é o sustento da minha família”.

Caso segue sendo analisado


A prefeitura informou que o processo administrativo segue em andamento e que a manifestação da responsável pelo ponto será analisada dentro do prazo legal.

O município reforçou que a apuração busca esclarecer os fatos e garantir o direito de defesa, sem prejuízo de eventuais sanções previstas em lei.

Assista ao vídeo


https://www.youtube.com/watch?v=MLNUOBwHOCY


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