Polícia Civil abre inquérito para investigar caso de “gato de água” que causou prejuízo em torno de R$ 30 mil em Brusque
Suspeito foi detido na manhã desta quinta-feira
A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso de “gato de água” que ocorre há dois anos no bairro São Pedro, em Brusque. Na manhã desta quinta-feira, 27, o suspeito foi detido na rua Axel Krieger, por volta das 8h30.
Segundo a polícia, a fraude ocorre há vários anos, mas foi percebida pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) recentemente.
Na abordagem da polícia militar, o suspeito afirmou que reside no local há alguns anos e negou ter feito alterações na rede. Além disso, a Civil afirma que o local não apresenta sinais de intervenção recente.
O Samae irá apurar o real prejuízo, que, até o momento, é estimado em cerca de R$ 30 mil, e informar a polícia.
O caso
O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) foi até a rua Axel Krieger, no bairro São Pedro, com apoio da Polícia Militar, por volta das 8h30. Há cerca de duas semanas, o Samae recebeu uma denúncia anônima, por meio da ouvidoria, sobre um “gato de água” no local.
O Samae já havia ido até a residência anteriormente, mas o homem, de aproximadamente 60 anos, não permitiu a vistoria. Na manhã desta quinta, o Samae acionou a PM para a ação.
O hidrômetro da casa apontava apenas 3 metros cúbicos por mês, consumindo apenas a taxa mínima. A quantidade é considerada muito baixa, já que, no local, há um bar e kitnets.
Segundo informado ao jornal O Município por fontes com conhecimento do caso, o homem cobrava taxa de água das pessoas que alugavam as kitnets.
O Samae identificou o local onde havia o “gato de água”, retirou o hidrômetro e ainda assim a água continuava chegando às casas, o que comprova o furto. Após isso, o homem foi levado à delegacia de Polícia Civil, onde aguarda a audiência de custódia.
Prejuízo de R$ 30 mil
O próximo passo do Samae é aplicar as medidas administrativas contra o homem e calcular uma cobrança retroativa referente a todo o período em que ele furtou água. Há indícios de que o crime pode estar acontecendo há dez anos, mas esse ponto ainda será apurado pelo Samae.
Estima-se que o homem deverá pagar entre R$ 25 mil e R$ 30 mil para regularizar a situação. Segundo as fontes, esse valor corresponde ao prejuízo arcado pelo Samae ao longo dos anos de furto.
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