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Colégio São Luiz completa 121 anos de história em Brusque

A Instituição foi fundada em 1903 como Escola Paroquial pelos padres Antônio Eising e Josef Suntrup

Colégio São Luiz completa 121 anos de história em Brusque

A Instituição foi fundada em 1903 como Escola Paroquial pelos padres Antônio Eising e Josef Suntrup

Nesta terça-feira, 9, o Colégio São Luiz comemora 121 anos de história. Esta data marca mais de um século de dedicação à educação, sustentada por um símbolo que carrega um grande significado: a cruz dehoniana.

O colégio foi fundado em 1903 como Escola Paroquial pelos padres Antônio Eising e Josef Suntrup.

Seguindo a tradição confessional católica e inspirado na obra e legado de Padre Dehon, o Colégio São Luiz contribui para a formação integral do ser humano, preparando pessoas únicas, criativas e confiantes, capazes de transformar e construir um mundo melhor e mais solidário para as futuras gerações.

“Celebrar 121 anos é recordar e fazer memória de um passado que está presente na história atual, com tantas pessoas, alunos e professores que contribuíram para essa jornada. Todos com um ideal comum: a educação que transforma, que gera inúmeras mudanças na vida pessoal, familiar e da sociedade”, destaca o padre Silvano João da Costa, diretor da instituição.

Divulgação

A cruz dehoniana: símbolo de fé e esperança

No coração do Colégio São Luiz está a cruz dehoniana, uma marca que resume o espírito e a missão da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (SCJ).
Este símbolo, uma cruz quase equilátera – que possui os quatro lados quase iguais – com um coração vazado no centro, foi criado na Alemanha, em 1978, durante a celebração da Festa da Juventude, na cidade de Handrup.

Inspirado pela frase “só se vê bem com o coração”, de Antoine de Saint-Exupéry, autor do clássico ‘O Pequeno Príncipe’, o logo criado pelo jovem Martin Hättick foi adotado amplamente pela Congregação e simboliza a união entre a fé e a ação.

Amor de Jesus Cristo

No Brasil, padre Zezinho foi um dos principais divulgadores da cruz dehoniana, propagando a mensagem de que o coração vazado representa o amor de Jesus Cristo. A forma arredondada da cruz simboliza a missão dos dehonianos de ‘suavizar cruzes’, promovendo reparação e consolo.

“Essa cruz dehoniana, logo do nosso colégio, mostra que em meio a cruz existe um coração e esse coração ressalta o sentido cristão da reparação e do lugar de onde brota o conhecimento humano.

Trazer esse símbolo tão importante da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus para o nosso colégio é trazer, em primeiro lugar, esse significado da reparação. Em meio a dor, em meio ao sofrimento, em meio às interrogações da vida, tem um coração que pulsa por nós, que se interessa por nós e que quer estar junto conosco”, destaca padre Silvano.

Ele afirma que, neste sentido, o coração também se torna símbolo do conhecimento que permite ao homem trilhar os caminhos da razão e do sentimento que o levam à compreensão integral de si mesmo, do mundo, e de Deus.

Divulgação

Educação como cruz diante dos desafios

O diretor do colégio observa que a educação, muitas vezes, pode ser considerada uma cruz, diante dos inúmeros desafios enfrentados no dia a dia. Entretanto, o coração também está presente e vem impulsionar o trabalho realizado há mais de um século na instituição.

“Esse coração em meio a cruz vem nos impulsionar e nós queremos ser na vida dos estudantes um pouco desse coração. Esse coração que vem reparar, ajudar, acalentar, vem minimizar tantos desafios e sofrimentos nos dias de hoje. Por isso o coração na logo é diferenciado, isto é, construído num espaço livre, vazado, pois convida todos os educadores a configurarem seu serviço nos moldes do Coração de Jesus”.

De acordo com padre Silvano, cada educador é chamado a ser um pouco de coração na vida dos alunos, assim como cada pai e cada mãe é convidado a ter um olhar de esperança, diante de tantas dúvidas sobre o futuro.

“Cruzes sempre estiveram presentes na nossa vida, pois somos frágeis, mas o coração é uma opção. E com o logo do colégio, queremos dizer que esta é a nossa opção. Mesmo diante de tantos desafios, temos esperança de dias melhores, temos certeza de que a educação se transforma. Que a cruz dehoniana possa nos fazer cada vez mais agentes de transformação, de reparação e de esperança de um mundo melhor”.

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