Foragido por assassinato na praça Barão de Schneeburg, em Brusque, é preso em Alagoas
Ele cometeu dois homicídios no mesmo local
Thiago de França, suspeito de assassinar Anderson Maia na praça Barão de Schneeburg, em Brusque, foi preso pela Polícia Militar de Maceió (AL). O comunicado da prisão foi feito na sexta-feira, 16.
A Polícia Civil de Brusque havia divulgado um comunicado pedindo ajuda da população para localizá-lo. O assassinato de Anderson ocorreu no dia 21 de dezembro de 2025.
Anderson Maia vivia em Brusque havia um mês. Antes, ele estava em Itajaí, mas o pai mora em Mafra, no Norte de SC, cidade onde foi sepultado. Ele dormia quando foi atacado.
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social de Brusque, anteriormente Anderson chegou a ser abordado, negou retornar à cidade do pai e passou pelo albergue.
Anderson frequentava o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e estava prestes a iniciar tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps).
O homem teria se envolvido em uma discussão na manhã do dia do crime. No período da tarde, foi atacado enquanto dormia na praça Barão de Schneeburg.
“Ele era bem conhecido aqui na praça. Sempre andava com um ursinho de pelúcia preso no peito”, disse uma moradora que estava no local.
Leia mais
Homicídio na praça em 2018
Thiago já havia assassinado outro homem no mesmo local em 2018. O crime ocorreu no dia 28 de maio de 2018, por volta das 20h40.
De acordo com o delegado, Thiago, de 36 anos, se desentendeu com Rodrigo dos Santos por motivos fúteis e, após ingerir bebida alcoólica, passou a agredi-lo. Após a agressão, Rodrigo foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e faleceu dois meses depois.
As notícias chegam antes para quem está no grupo de WhatsApp do jornal
Toque aqui e entreO delegado afirma que, na ocasião, Thiago atacou a vítima de surpresa, o que tornou impossível a defesa. No caso de Anderson, o ataque ocorreu enquanto ele dormia.
Fernando afirma que a investigação ainda apura o motivo do crime contra Anderson, mas que, a princípio, também teria ocorrido por causas “Insignificantes”.