O Hospital Azambuja tem em sua essência o caráter voluntarioso e comunitário. Atualmente, dois grupos de voluntárias e três envolvendo os empregados funcionam no Azambuja. Os grupos de Humanização e de Valorização da Vida e o Coral do Hospital Azambuja são formados por colaboradores e pessoas da saúde; enquanto que o Mãos que se Doam e o Fidelidade são compostos por gente da comunidade que dedica parte do tempo para a instituição.

O hospital também investe em diversas ações, palestras e capacitações extras para os colaboradores.


Grupo Fidelidade
O grupo é formado por mulheres que se encontram semanalmente para costurar. Roupas de cama, panos de louça e coadores de café, por exemplo, são confeccionados para serem usados na instituição.

O Fidelidade tem como responsável a irmã Myriam Cavassin. “É maravilhoso o que elas fazem aqui. A maioria tem histórias muito bonitas e são muito talentosas no que fazem. Eu tenho orgulho de fazer parte do grupo, que tem o nome de Fidelidade porque as voluntárias realmente são fiéis”, afirma.

Fotos: Hospital Azambuja/Divulgação

Grupo de Humanização
De acordo com a coordenadora do grupo, a psicóloga Priscilla Lehmann, o objetivo é promover a integração e a humanização entre os colaboradores do Hospital Azambuja. Os integrantes – todos funcionários – participam de shows de talentos do SUS e realizam outras ações, como a que ocorreu em março. Por dois dias, os funcionários receberam cuidados de beleza.


Mãos que se Doam
“É um grupo de voluntárias, sem vínculos com o hospital, que fazem promoções e revertem para o hospital para a aquisição de equipamentos e melhorias, para oferecer maior conforto aos doentes”, explica a irmã Neuza Claudete dos Santos, gerente de enfermagem e responsável pelo Mãos que se Doam.

O dinheiro é arrecadado, por exemplo, com vendas de cachorros-quentes e de artesanato. Elas já contribuíram comprando oxímetros, divisórias para a UTI e outros equipamentos.


Grupo de Valorização da Vida
O GVV é um projeto criado com o objetivo de combater o suicídio na região, que tem um alto índice no país. O grupo foi idealizado pelo estudante de Psicologia do Centro  Universitário de Brusque (Unifebe), Robson Machado – estagiário da psicóloga Priscilla Lehmann, do Hospital de Azambuja. Orientado pela psicóloga do Azambuja e pela mestre Luzia Miranda Meurer, o estudante atende as pessoas em condições de vulnerabilidade emocional aos sábados, sempre das 15h às 17h, na sala de reuniões da casa de saúde.,

“Funciona como um grupo terapêutico, no qual pacientes internados, familiares ou quem quiser pode participar”, explica Machado.


Coral do Hospital Azambuja
O coral foi formado por colaboradores do hospital na semana passada. O primeiro encontro já ocorreu e os próximos devem ocorrer semanalmente. Os funcionários do hospital que gostam de cantar participarão, com o objetivo de prepará-los para ações como o Talentos do SUS e outras atividades.

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